
Você é uma menina linda, uma menina forte, com um perfeito sorriso. Não merece sofrer por quem não te dá valor. Você tem que seguir em frente e lembrar que nesse mundo existe muitas pessoas falsas, invejosas que tentaram fingir ser suas amigas, mas no final só ficam os verdadeiros. Você ainda é nova, tem muita coisa para viver pela frente, muitos sorrisos, muitas lágrimas, muitas amigas que ficam e amigas que se vão, muita pessoa que te julgará, e a única que coisa que você pode fazer é ignorar, se afastar de tudo que é falso e só andar com quem realmente quer o seu bem. Aprenda, se um menino não te valoriza e não te ama, automaticamente não te merece.
VIA mylifeislondon
POSTADO POR i-want-your-smile
1 month ago
31 notes/REBLOG

VIA mylifeislondon
POSTADO POR fuckingusta-deactivated20120304
1 month ago
23,903 notes/REBLOG
VIA mylifeislondon
POSTADO POR brasileir0-deactivated20120427
1 month ago
18,884 notes/REBLOG

Capítulo 1 - Espelhos da alma molestam sua mente.
A chuva insistia em bater na janela do carro, provocando um barulho esurdecedor. Os passageiros jaziam estressados, pelo cansaço que a viagem longa proporcionava e por conflitos que todas as famílias insistem em ter. O volume do rádio estava baixo o suficiente para que não se pudesse identificar o que ali estaria tocando. Provavelmente, nada que agradasse alguém naquele carro.
E assim chegamos a Jazmine, insignificante no meio de todas as bagagens que poderia aguentar em seu colo. Dezesseis anos não lhe cabiam com a maturidade quase estampada em seu rosto. Os cabelos negros e longos cairiam-lhe perfeitamente, se não fosse rebelde ao ponto de cortá-los pouco a cima dos ombros. Milhões de pensamentos turbilhavam em sua mente, enquanto mantinha a cara de tédio que toda adolescente revoltada deve ter. A sua maior virtude e o seu pior problema era pensar demais. Isso a tornava mais inteligente, porém aumentava a sua arrogância e quietude.
Noah se revirava no banco de trás, tentando arrumar uma posição agradável para depositar o seu cansaço. Seria mais confortável se não estivesse lotado por malas e caixas com os pertences da família. Era o irmão mais novo de Jazmine, não havia tanta diferença entre a idade dos dois, mas ela sempre deixava claro quem era a mais velha.
Suas feições eram muito parecidas. Ambos brancos como neve e um tanto sardentos. Os cabelos lisos porém rebeldes eram negros e brilhosos. A única coisa que a diferenciava de Noah eram os olhos.
Os dele? Negros, tão negros que era fácil perder-se. Os dela? Cinzas como o céu em dia de tempestade. Seria novidade encontrar alguém que conseguisse olhar um dos dois nos olhos por mais de cinco segundos.
O pai, Bart Loubites, sentado no banco do motorista, parecia atormentado com alguma lembrança distante. Talvez a mãe de seus filhos, aquela que o abandonara quando Jaz acabara de completar 5 anos. Na verdade, ele nem sabia o motivo de tal feito, só sabia que o amor e o ódio caminhavam juntos quando se tratava de Annie. Ele a amou. Ainda ama, mas passou a dizer para si mesmo que não a suporta.
A menina foi ignorante o bastante para imaginar que ele estaria pensando na conversa que teria com o novo chefe, dono do Melt’s Bank. Provavelmente imitando mentalmente os elogios puxa-sacos que seu pai faria.
O Sr. Loubites recebeu a proposta para morar em Minesburg, ter uma nova vida, ganhar o salário que não sonharia ganhar no outro banco onde trabalhava.
Todas aquelas mudanças não pareciam afetá-lo da mesma maneira que afetavam Jazmine. A idéia de mudar de cidade mais uma vez a deixava inconformada.
Nada mais era concreto em sua vida, nada mais parecia durar o suficiente.
Quando começava a encontrar uma pequena brecha onde coubesse a sua invisibilidade e tudo começava melhorar, seu pai recebia outra proposta.
Uma nova escola. Um novo lugar. Um novo problema.
A menina trancou em sua mente a idéia de se fechar para o mundo.
Pra quê construir mais uma vida? Pensou. Eu sou sempre obrigada a demoli-la e monta-la em outro lugar. Já vou deixar tudo na mala, vai ser bem mais fácil.
Sem amigos. Sem sentimentos. Sem despedidas. Sem sofrimento.
Sentiu uma lágrima gelada roçar-lhe a bochecha esquerda. Permitiu-se chorar em silêncio, após esconder o rosto com uma mecha rebelde de cabelo.
Percebendo o rastro úmido na bocheca da filha, Sr. Loubites prometeu.
“Desta vez vai ser definitivo, Jaz” sua voz estava rouca e insegura “Se tudo der certo…”
“O problema é que tudo pra você é definitivo, até o que não é.” resmungou.
“Você sabe que não é culpa minha. Vai ser melhor para todos nós…”
Incrédula, ela revirou o olhos e voltou-se para a tempestade do lado de fora, como se aquela fosse a frase que mais ouvia.
Procurou Lake of Fire na playlist do seu Ipod e aumentou o volume. Aos poucos, os seus problemas diluíram-se entre os trechos da música. Nirvana sempre a desconectava do mundo.
-
O silêncio perdurou até chegarem à porta de um condomínio
Uma senhora com um vestido floral e cabelos totalmente grisalhos os cumprimentou e, em seguida, mostrou-lhes a hospedaria.
No caminho, Jaz percebeu uma coisa estranha na senhora, um de seus olhos era branco como leite gelado. Chegou a apanhar ar para perguntar como aquilo lhe havia ocorrido, mas decidiu conter-se. Aquela, definitivamente, não era a hora.
Então, ao abaixar os olhos, notou uma pequena cruz arredondada na parte interna do punho da senhora. Já havia visto aquele símbolo em algum lugar, porém o cansaço a impedia de lembrar onde.
“O que está olhando, criança?” disse a mulher, sem prestar muita atenção na resposta, enquanto os guiava dentre os chalés.
A menina apenas balançou a cabeça e direcionou o olhar para os seus pés, que agora chutavam as pedrinhas do caminho.
Só voltou a si quando a mulher sacou um cartão do bolso e abriu uma grande porta de vidro. Esperaram alguns segundos até a porta se abrir sozinha. Vislumbraram um corredor gigantesco.
Jaz leu, com certa dificuldade, escrito em uma placa de metal presa na porta. Chalé 13.
O mini Toblerone, como ela decidiu chamar, não parecia nada com o que havia imaginado. Não era uma casinha de duendes bonitinha, com um pequeno homem vestindo roupas verdes e lhe oferecendo biscoitos. Era uma pirâmide gigante e cinza.
Urbano.
Chato.
Era tão sem graça que Jaz sentiu vontade de chorar, ou de comprar um color jet e pichar todas as paredes com frases como “gentileza gera gentileza”. Nem aquilo daria à aquele lugar um ar alegre.
Sem descarregar nada, Jaz entrou no lugar.
Surpreendeu-se com o tamanho. Era gigantesco, mesmo. Porém, eles não usaram nem três cores diferentes para pintar as paredes e escolher os móveis. Era tudo cinza, preto e branco.
“Sério?” perguntou, com as sobrancelhas erguidas debochadamente.
“Vamos ter que nos acostumar até eu encontrar um apartamento.”
Ela deu de ombros e disse.
“Vou dar uma olhada no lugar”
“Volte daqui a pouco, vamos jantar fora hoje.”
Jaz assentiu e saiu pela porta, tendo que se abaixar para passar por ela.
Enquanto saia, Noah apareceu com uma cara amassada e o cabelo desarrumado.
Ela deu-lhe um peteleco na cabeça e ele saiu resmungando algo como “vou enfiar meu tênis na sua bunda” ou “eu sou corcunda”. Achou a primeira opção mas provável e saiu rindo da cara mal-humorada do irmão.
Desceu a escadinha feita de pedras e saiu pela cerca, que separava a Tortura- como resolveu chamar- da estrada.
Atravessou-a.
Do outro lado, encontrava-se um extenso bosque.
Não pensou duas vezes antes de entrar na pequena trilha que cortava tortuosamente as árvores.
Percebeu que ali seria o seu lugar, quando estivesse cansada de tantas cores diferentes.
Nada além do silêncio.
Nada além do esmagar de seus passos.
Nada além do choro de sua alma insignificante.
Nada para perturbar a sua inexistência.
Caminhou mais alguns metros até ouvir um barulho de água caindo.
A poucos passos dali, uma linda cachoeira trançava o seu caminho entre as pedras úmidas. Se observasse mais atentamente, poderia notar uma pequena abertura que se dava por trás da cortina transparente de água.
A menina olhou para os lados procurando por um sinal de que alguém estivesse a observando.
Nada.
Retirou a blusa, sentindo o pano roçar no corpo magro.Os cabelos curtos e pretos estavam bagunçados por conta da viagem. Deixou seu par de coturnos em uma pedra e adentrou na água cristalina e gélida da cachoeira.
Se olhasse mais atentamente, poderia ver que, por trás da cortina transparente de água, se abria uma pequena gruta.
Nadou até o local e fez esforço para se apoiar nas pedras escorregadias.
Esgueirou-se entre as pontiagudas estalactites que abriam a gruta.
Soltou um riso psicótico, maravilhada com a beleza do lugar.
Era perfeito.
E era só dela.
A caverna traduzia exatamente seus sentimentos momentâneos.
Escondido.
Vazio.
Morto.
Esquecido.
As águas cristalinas da cachoeira, ali dentro, pareciam do mais preto petróleo. Apenas uma brecha de luz atravessava o espaço, cortando a escuridão como reflexo de uma espada mortífera.
Poderia jurar que ouvia pequenos sussurros distantes. Mas o que estariam falando?
Apertou as mãos em volta do ouvido, para ouvir melhor. Ficou ali por alguns segundos esperando algo acontecer.
Nada.
Estou ficando maluca, pensou, só pode ser.
Se virou sem ver nada, a escuridão a impedia de ver qualquer coisa. Um pequeno flash cortava a caverna, deixando apenas a sua entrada e exposta. O interessante é que nada mais além da entrada podia ser visto.
Ela procurou por seu celular, em busca de luz. O encontrou no fundo do bolso e retirou-o cuidadosamente.
Foi tudo muito rápido.
Quase imediatamente, quando a luz tomou parte da caverna, ela pôde ver duas bolas amarelas olhando-a diretamente nos olhos.
Olhos felinos.
Olhos selvagens.
Atrapalhou-se ao tentar iluminar mais o rosto, mas conseguiu ver.
Não era um animal, era um garoto. Um pouco mais alto que ela, estava usando uma capa preta que cobria todo o seu corpo. O capuz preto da capa cobria a sua cabeça, e as sombras faziam o trabalho de deixar somente os dois grandes olhos amarelos.
Mas como poderia ser? Aqueles não eram os olhos de um humano. Eram olhos sábios, penetrantes, paralisantes. Parecia vasculhar cada lembrança e sentimento passados por ela.
O encarou por alguns segundos, não conseguiu sentir merdo, talvez desconforto, mas não medo.
A luz do celular apagou.
No mesmo instante, algo se moveu na escuridão e ela abriu a boca indicando fala, mas sua voz não quis sair. Tentou recuar, mas seu corpo também não obedeceu.
Sentiu os dedos finos e longos tocarem delicadamente as suas bochechas, até que desceram e contornaram os seus lábios. Sentiu um arrepio percorrer o seu corpo, mas não era medo. A figura moveu as mãos para a sua nuca, obrigando-a a olhar fixamente para as duas grandes bolas amarelas brilhando destacando-se escuridão, que agora a encaravam.
Sentiu as pernas bambearem e, antes de sua visão escurecer, viu um sorriso torto se formar nos lábios finos do garoto.
A última coisa que lembrou foram braços longos envoltos em sua cintura.
VIA mylifeislondon
POSTADO POR guardioesdamorte
1 month ago
5 notes/REBLOG

Jennifer Lawrence’s “Ew” face
VIA xloveneverlasts
POSTADO POR themockingjaysgif
1 month ago
191 notes/REBLOG





